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novembro 7, 2017 Nenhum Comentário

UNIVERSIDADE COMO PROTAGONISTA NO DEBATE DA GESTÃO DE RESÍDUOS

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Prof. Máximo Martins (ao centro), ladeado por Gilberto Chagas (MNCR) e Guilherme Fonseca (INSEA/Projeto Novo Ciclo)

A necessidade de imersão cada vez maior do acadêmico nas demandas da sociedade garante a efetividade dos resultados de ações e projetos. A comunicação Insea conversou com o professor  Máximo Martins, Coordenador do Curso de Pós-graduação de  Engenheira e Sustentabilidade da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), durante o II Fórum de Politicas para Gestão de Resíduos, que aconteceu no  dia 31 de outubro, no Auditório da Universidade. O professor reflete a quebra urgente do relativo distanciamento Universidade e sociedade.

Compreendendo relevância do pioneirismo da tecnologia social da coleta seletiva pelos catadores, o professor defende o pressuposto de que  quem atua diretamente junto às comunidades são  deles (os catadores) e que eles são parte viva dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e toda  ciência e toda pesquisa relacionada à reciclagem e à reutilização de material. Diante disto, o professor argumenta “o acadêmico precisa abrir o debate com os catadores, para entendermos suas demandas, suas reais necessidades e sua forma de trabalho. E, assim, direcionar as pesquisas e projetos acadêmicos”. Para ele “os catadores ainda estão muito distantes  de todas as discussões da cadeia de gestão de resíduos.”

 

UNIVERSIDADE COMO PROVOCADORA DOS GESTORES PÚBLICOS E PRIVADOS

A sociedade precisa perceber a política de gestão de resíduos e o protagonismo e serviço socioambiental dos catadores. O professor Máximo afirma que a instituições de ensino e pesquisa tem o papel de contribuir e fomentar a interlocução intersetorial. Ele comenta que “a Universidade tem respaldo do gestor público e do gestor privado, quando  apresenta algo viável economicamente e ambientalmente”.

A UFOP tem construídos elos entre o gestor público ou privado e a universidade. “A abertura do dialogo direto tem fortalecido a adoção de novas tecnologias de destinação dos resíduos gerados”, comenta Máximo. E acrescenta, “sempre defendemos que o catador não é serviço de caridade. Reforçamos que a coleta seletiva com os catadores é uma ação viável economicamente e que tem um impacto social e ambiental muito positivo para a sociedade.”

 

UNIVERSISDADE NO COMPROMISSO PERMANENTE COM A SUSTENTABILIDADE

A agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotada durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento /2030 e a PNRS para 2019 deve comprometer a sociedade. O prof. Máximo compreende que há uma capilaridade regional da UFOP  e a intenção internacional e nacional PNRS 2019. “A universidade trazendo estas metas para dentro do seu portfólio influencia as gestões regionais e para além.”

A UFOP tem o papel da ciência e da pesquisa em educação ambiental e outras áreas da reciclagem. “Quando a gente coloca a discussão e o compromisso macro com  a educação ambiental e sustentabilidade dentro dos portfolios  de todas as graduações, vamos multiplicando a formação e  mobilizando. Consequentemente, contribuindo para a conquista destas metas de desenvolvimento”, relata o coordenador

 

Matéria produzida por Antônio Coquito, jornalista e assessor de comunicação do INSEA

Foto: Antônio Coquito

 

 

 

 

 

 

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